terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Calorias dos Doces de Natal

Festa não é festa sem uma boa sobremesa ou fatia de bolo. No entanto, conhecer as calorias de alguns doces pode ajudar a orientar o apetite...
No bolo-rei, as calorias de 2 fatias provêm sobretudo da gordura e de hidratos de carbono como o açúcar. Nos sonhos e nas rabanadas, a gordura da fritura é o principal pecado. A mousse de chocolate, com metade da gordura dos sonhos, também lhe vale o elevado teor em açúcar, cerca de 30%.
O arroz doce é a sobremesa menos gorda do nosso leque natalício, mas com a idêntica quantidade de açúcar à da mousse de chocolate. Com menos de metade das calorias dos sonhos, o leite-creme é mais doce, mas contém 25% do seu teor em gordura, o que o torna a sobremesa menos calórica do conjunto.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Manteiga de Amendoim: saudável para barrar o pão

O amendoim ao contrário do que se pode pensar não é um fruto seco. Do ponto de vista botânico, pertence à família das leguminosas como o feijão, o grão, as lentilhas, as ervilhas, etc... dado que cresce dentro de uma vagem. 
Quanto à sua composição nutricional, é rico em proteínas e gorduras saudáveis (insaturadas). Sendo benéfico no controlo do mau colesterol (LDL), na regulação da pressão arterial e na protecção contra doenças cardíacas.
O seu consumo é aconselhado a todas as pessoas desde que consumido na sua forma natural sem adição de sal. É pobre em hidratos de carbono (HC) e rico em fibra conferindo saciedade por mais tempo. Além disso, o amendoim aumenta o metabolismo em até 10%. 

Composição nutricional do amendoim (por 100g):

Possui um sabor forte, amanteigado e semelhante ao da noz. Com o amendoim é possível fazer a manteiga de amendoim, uma alternativa mais saudável para barrar o pão ao invés da manteiga e da margarina que são ricas em gordura saturada e trans. Como no supermercado pode ser difícil encontrar a melhor escolha feita sem adição de açúcar, sal e gordura vegetal hidrogenada o melhor é fazer em casa:

Nota: A manteiga de amendoim pode ser conservada no frigorífico durante 2 semanas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Saiba como reduzir o desperdício alimentar


- Use a fruta amolecida para  preparar uma espetada de fruta ou juntar com leite e fazer um batido.
- Com as batatas  do dia anterior faça a base da sopa ou um puré.
- Se sobrou peixe ou carne, use-os  para fazer uma salada ou um empadão. 
- Utilize o arroz que sobrou para fazer a base da sopa ou arroz no forno ou bolinhos de arroz (veja a receita).
- Aproveite os hortícolas que sobraram para  fazer sopa ou um esparregado.
- Com o pão do dia anterior poderá fazer torradas para o pequeno-almoço ou lanche ou fatias torradas no forno com tomate picado e orégãos com um fio de azeite.
- Os talos de couve, agrião, beterraba, brócolos e salsa, entre outros, contém fibras e devem ser aproveitados em refogados, arroz e sopa.
- As folhas da cenoura são ricas em vitamina A e devem ser aproveitadas para fazer bolinhos, sopas ou picadinhos em saladas. O mesmo pode se dizer das folhas duras da salsa.
- A água do cozimento das batatas acaba contêm vitaminas e minerais. Aproveite-a, para fazer puré ou sopa.
- As cascas da batata, depois de bem lavadas, podem ser fritas em azeite e servidas como aperitivo.
- A casca da laranja fresca pode ser usada em pratos doces à base de leite, como arroz doce e cremes.
- A parte branca da melancia pode ser usada para fazer doce.
- Com as cascas das frutas pode preparar batidos com água ou leite. Estes batidos podem ser aproveitados para substituir ingredientes líquidos no preparo de bolos.
- Evite consumir folhas com aparência amarelada.
- Cozinhe as verduras a vapor para não perderem o valor nutritivo.
- Quando ralar a casca do limão, não chegue à parte branca que é amarga e pode prejudicar o sabor doce da preparação.

Desperdiçamos 17% dos alimentos produzidos


Deitar fora um iogurte que está fora do prazo, pôr no lixo os restos do jantar, ou o lanche que o filho não comeu, a fruta que amadureceu de mais, as sobras guardadas durante uma semana com a intenção de os aproveitar e que, entretanto, se estragaram. 
Podem ser pequenas quantidades, mas, se somarmos o que cada um de nós, consumidores, deitamos fora, percebemos que estamos a contribuir para o milhão de toneladas de alimentos que anualmente são desperdiçados em Portugal. Um valor que corresponde a 17% do que o país produz.

"Do Campo ao Garfo - Desperdício Alimentar em Portugal", é o primeiro estudo deste tipo feito em Portugal, é apresentado esta quinta-feira (a partir das 15 horas) na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Notícia disponível em: http://m.publico.pt/

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Calorias das bebidas alcoólicas


Na maioria das bebidas alcoólicas, a grande fatia de calorias provém do álcool. Mas nos vinhos licorosos, licores e alguns espumantes, o peso do açúcar é considerável. Um grama de álcool equivale a 7 kcal, enquanto a mesma quantidade de açúcares, a 4 kcal. 
Uma bebida com um teor alcoólico de "12% vol." contém 12 ml de álcool puro em 100 ml de água. Como 1 grau alcoométrico (1% vol. ou 1º) corresponde a 8 g de álcool por litro, um vinho com 12% vol. contém 96 gramas de álcool por litro, ou seja, 9,6 gramas de álcool por 100 ml. Em média, um copo de vinho (cerca de 100 ml) com 12% vol. fornece cerca de 76 kcal.
O teor alcoólico refere-se à quantidade de álcool etílico numa bebida. A indicação deste valor é feita no rótulo da garrafa por unidade ou meia unidade, seguida da expressão % vol. Por exemplo, 11% ou 11,5%, e não 11,6%. Em gramas, o teor de álcool puro é de 40 a 50 g/litro, na cerveja; 80 a 90 g/litro no vinho; 130 g/litro, nos aperitivos, e 320 a 400 g/litro, no whisky e bebidas similares.
A roda dos alimentos não contempla as bebidas alcoólicas. Mas tal não significa que vinho, cerveja, licores, aguardentes e demais bebidas com álcool sejam incompatíveis com uma alimentação saudável. Em doses moderadas (até um máximo de dois copos de vinho por dia, nos homens, e um copo, nas mulheres), a acompanhar a refeição, o álcool favorece o sistema cardiovascular e pode ser benéfico. No entanto, para crianças, jovens, grávidas e aleitantes, as bebidas alcoólicas são totalmente desaconselhadas.
Valor calórico por tipo de bebida

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

L-Carnitina, suplemento pode interagir com alguns medicamentos

Uma das substâncias naturais que frequentemente faz parte dos produtos de emagrecimento é a L-Carnitina, aminoácido essencial para os lactentes mas não para os adultos. A L-Carnitina promete transportar as gorduras armazenadas no corpo para as células onde serão metabolizadas e eliminadas, aumentando a queima de gordura e levando a perda de peso e diminuição dos níveis de LDL, de açúcar no sangue e da pressão arterial.

Nos vários suplementos disponíveis no mercado aparecem várias formas de carnitina oral, entre elas a L-carnitina, a D-carnitina e a DL-carnitina, estas duas últimas são as que estão associadas à maioria dos efeitos secundários mas encontram-se com frequência nestes produtos. Devem ser evitados os produtos que as contenham.

Estão relatadas interações da L-carnitina com o ácido valpróico e com o benzoato de sódio. É provável que o ácido valpróico, medicamento usado no tratamento das convulsões, produza toxicidade se o doente tratado tiver uma deficiência de carnitina, pois o medicamento pode dar lugar a uma diminuição nos níveis desta substância. Pode também incrementar os níveis da varfarina, medicamento anticoagulante, e assim o risco de hemorragia.

A carnitina não deve ser usada em combinação com algumas substâncias tais como a pseudoefedrina e a cafeína pois podem aumentar os efeitos colaterais da carnitina, que são náuseas, vómitos, gastrites e úlceras, espasmos abdominais e diarreia.

Pode também causar diminuição dos níveis de açúcar no sangue em pessoas com dietas baixas em hidratos de carbono e uma redução na taxa de metabolismo das gorduras, podendo aumentar os lípidos no sangue (colesterol e triglicerídeos) após a suspensão do tratamento.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Novo adoçante Stevia: seguro, mas com moderação

A União Europeia aprovou a utilização de um edulcorante proveniente da Stevia, uma planta originária da América do Sul. Quase não fornece calorias, mas há limites para o seu consumo diário.

Trata-se de um edulcorante de origem natural cujo poder adoçante é 40- 300 vezes mais doce que a sacarose. É não sintético, ao contrário do ácido clicâmico, o aspartame ou a sacarina.
Este adoçante até prova em contrário é seguro, o que não significa que possa ser utilizado indiscriminadamente. A Dose Diária Admissível (DDA) é de 4 mg/kg de peso corporal.
Para manter o consumo abaixo do limite seguro fixado, a sua utilização é autorizada apenas em alguns alimentos e bebidas: sorvetes, doces e geleias, néctares e bebidas aromatizadas, etc. Podem também ser utilizados como edulcorantes de mesa na forma líquida, em pó ou pastilhas. 
O Ice Tea Green da Lipton é um dos produtos adoçados à base de Stevia, contêm assim  menos 35% de açúcar e menos 33% de calorias.

É aconselhável limitar o consumo de edulcorantes no organismo, para não criar habituação ao gosto adocicado. Além disso, um produto não é mais saudável por ser adocicado por intermédio de aditivos. Numa alimentação sã e equilibrada, é preferível comer, de vez em quando, um produto com açúcar do que consumir com muita frequência produtos com edulcorantes.

Mais informação em: http://www.deco.proteste.pt