terça-feira, 28 de maio de 2013

Fruta e vegetais crus contra cancro da tiróide

A tiroide é uma glândula endócrina situada no pescoço, à frente da traqueia. Tem como principal função produzir as hormonas tiroideias, a tiroxina (T3) e a triiodotironina (T4), que regulam o metabolismo corporal e o funcionamento dos órgãos. Estas hormonas influenciam o batimento cardíaco, peso corporal, nível energético, força muscular, entre muitas outras funções.
frutas
O cancro nesta glândula é mais comum em mulheres do que nos homens, e existe algumas investigações que o correlacionam com alguns aspetos da alimentação. Recentemente, foi realizado um estudo na Coreia, com o objetivo de avaliar a associação entre o consumo de fruta e vegetais crus com o cancro da tiroide. Analisou-se o consumo alimentar de 3 grupos de participantes (com cancro da tiroide maligno, com cancro da tiroide benigno e sem cancro) e chegou-se à conclusão de que um elevado consumo de vegetais crus e fruta (das quais se destacam o dióspiro e a tangerina), podem ajudar a diminuir o risco de cancro na tiroide.

Aprender a fazer azeite aromático

Azeite aromático
Reconhecido como um ingrediente que beneficia a nossa saúde, o azeite deve ser incluído na nossa rotina alimentar, pela gordura saudável que é e no contexto de uma alimentação variada e completa.

É rico em vitamina E, betacaroteno, ferro e cálcio e composto essencialmente por ácidos gordos monoinsaturados e substâncias antioxidantes que o tornam um verdadeiro aliado na prevenção das doenças cardiovasculares, ao reduzir os níveis de colesterol e tensão arterial.

Aprenda a prepará-lo em casa:
1. Utilize folhas de alfavaca ou hortelã e um litro de azeite. Separe as folhas dos talos e corte-as muito pequenas.
2. Com um almofariz, triture as folhas com o azeite para que soltem o sabor e junte, pouco a pouco, mais folhas.
3. Deite o preparado numa garrafa a meio. Junte sal e volte a deitar o líquido. Deixe repousar durante duas semanas, virando regularmente a garrafa ao contrário
Disponível em http://saude.sapo.pt

Magnésio e a saúde em geral

O magnésio é o 4º mineral mais abundante e tem sido reconhecido como um cofator para mais de 300 reacções metabólicas no organismo. Desempenha um papel importante na prevenção de doenças e da saúde em geral. Os baixos níveis de magnésio têm sido associados ao aparecimento de doenças crónicas, como o  acidente vascular cerebral (AVC), hipertensão, doença cardiovascular, diabetes mellitus tipo 2, enxaqueca, doença de Alzheimer.


Portanto, o magnésio é um mineral benéfico para:
  • o funcionamento dos nervos e músculos
  • a conversão da glicose no sangue em energia
  • melhorar estados de stresse e depressão
  • as artérias e a pressão arterias
  • inibição de coágulos sanguíneos
  • o sistema cardiovascular
  • agir como tranquilizante natural, juntamente com o cálcio
  • a prevenção de depósitos de cálcio, pedras nos rins e cálculos biliares a indigestão
  • agir como relaxante muscular
  • atuar contra a asma e melhorar as vias respiratórias

Fontes naturais de magnésio

  • Oleoginosas: amêndoas, amendoim, nozes, castanha de caju
  • Leguminosas: feijão, ervilhas, lentilhas
  • Carne de vaca, porco e frango
  • Grãos integrais
  • Frutas: limão, maçã, figo, 
  • Verduras escuras: espinafre
Orientações para a suplementação de magnésio
A dose diária recomendada de magnésio é 280-350 mg e a faixa de suplementação diária costuma estar entre 300 a 450 mg. A toxicidade é rara, mesmo em doses elevadas, uma vez que o intestino diminui automaticamente a absorção quando há grande ingestão de magnésio e os rins excretam as quantidades excessivas. No entanto, a diarreia e naúseas são o efeito colateral mais comum de magnésio em excesso. 
A deficiência de magnésio pode resultar em espasmos musculares, batimento cardíaco irregular, convulsões, confusão, irritabilidade, nervosismo e alterações de personalidade. O suplemento de magnésio deve ser tomado junto com uma refeição para melhorar a absorção.


Frutas e legumes com maior quantidade de pesticidas

Environmental Working Group disponibilizou uma lista de frutas e legumes com a maior e menor quantidade de pesticidas. Estes resultados são consequência de estudos em 28 mil amostras de frutas e legumes americanos. Em geral, os resíduos detetáveis de pesticidas foram encontrados em 67% das amostras de alimentos, depois de terem sido lavadas ou descascadas.
Nenhuma amostra de frutas revelou ter mais de quatro tipos de pesticidas e 7% das amostras apresentaram apenas um pesticida detectado.

Apesar disto, os benefícios para a saúde de uma dieta rica em frutas e vegetais superam os riscos de exposição a pesticidas. Esta lista pode ser usada como guia para reduzir a exposição a frutas e verduras com o maior número de resíduos de pesticidas, sendo que, estes serão os mais importantes para adquirir na forma biológica.

 Os 15 alimentos com menos pesticidas
                                        Os 12 alimentos com mais pesticidas
Espargos
Abacate
repolho
Milho
Beringela
Toranja
Kiwi
Manga
Cogumelos
Cebola
Papaia
Ananás
Meloa
Ervilha congelada
Batata doce



Maçã
Aipo
Cereja
Tomate
Pepino
Uva
Pimento
Nectarina
Pêssego
Batata
Espinafre
Morango